Boa noite pessoal, posto apenas para pedir desculpar pelo longo tempo sem postar e dizer que voltarei a postar com uma nova equipe de amigos. Tive certos contra-tempos e volto com a mesma dedicação com que comecei este mesmo blog para satisfazer mentes críticas. Dessa vez com mais saber mas ainda longe do suficiente pra disseminar conhecimento o suficiente para meus caros leitores. Obrigado pelos que visitam sempre esse blog e até a próxima. Sejam sempre bem vindos e participem! Estamos de portas abertas.
Beleza e o Capitalismo
Postado em capitalismo com as tags beleza, bonito, capitalismo em abril 2, 2010 por |Remount|
O mercado de cosméticos é um dos mais movimentados no mundo. O desejo de ser bela ou belo é algo que está enraizado em nossos sentimentos. Quase todas mulheres um dia já desejaram ser modelos. Ser miss universo para algumas é a maior realização que uma mulher pode ter. Mas o que é Beleza ?
Vejo nitidamente, novamente, influências do capitalismo nesse tema. Uma das coisas pré-determinadas no mundo atual é a beleza. Dentre as tantas formas de classificação que o capitalismo impõem à sociedade, esta pode ser a mais traumática. Se você não for como as modelos, não se vestir com as roupas da moda, não for magra (algumas exageradamente) entre outras coisas você já não serve para a carreira e provavelmente sofrerá preconceito. Vejo frequentemente alguma garota reclamar que está meio “cheinha”… isso faz eu me sentir obeso. Isso é consequência do conceito de beleza encontrado nos rótulos de xampu, nas capas de revista e nos programas de televisão. Estar nos parâmetros impostos gera lucro.
Nos preocupamos com a questão, pois, vemos muitas pessoas com baixa auto-estima por conta disso. Não diga “estou cheinha”. Você só não está no padrão que as empresas de beleza impõem para as pessoas. Não precisamos ser iguais. A verdadeira beleza está nos olhos de quem nos enxerga… Não apenas nas caríssimas cirurgias plásticas .Não existe nada mais belo que ter consciência disso.
Precisamos saber separar a sociedade da natureza humana. A sociedade é adequada de uma forma onde o objetivo é a civilização e o bem comum, isso exige padrões. Mas esses padrões tomaram direções incontroláveis, todas rumo ao dinheiro. Pense em nossa família, nossa mãe que nos diz como somos lindos. Sua família pode não ser a mais perfeita, mas os conceitos que a regem são os mais naturais. Ela julga você a partir do que você realmente é, e não do lucro que você pode trazer.
Até a próxima.

Regras… não são apenas regras.
Postado em Sociedade com as tags regras em março 17, 2010 por |Remount|
Você já se perguntou o que é uma regra?
Para a maioria regras são regras e devem ser obedecidas. Mas você já parou pra pensar qual é a importância delas?
Fazendo uma rápida analogia, bebemos água porque necessitamos dela para vivermos. Eu vejo as regras como a água da sociedade e a base da civilização. Quando somos crianças e adultos chamam nossa atenção, logo resmungamos. E assim é até hoje para a maioria das pessoas crescidas. Não questionamos para nós mesmos o porquê das regras existirem, sabemos que devemos obedecê-las, caso contrário, levaremos uma bronca e isso é muito desagradável. Mas por trás de uma bronca sempre há o intuito de corrigir algo. Este algo é a moral.
As regras têm caráter moralizador. Pense na faixa de pedestres. Se passarmos com o carro no farol vermelho por cima de uma faixa de pedestres é possível que atropelemos alguém. Algumas pessoas pouco se importam, se esse alguém não é de seu círculo social, e vão embora sem nem ao menos ajudar. Mas um dia uma outra pessoa poderá atropelar alguém próximo a você e fugirá com este mesmo princípio. A essência da regra é esta… façamos o que queremos para nós.
O que este assunto traz para se debater é se estamos encarando as regras como de fato elas devem ser encaradas. Lembrar que não somos apenas um indivíduo. Passamos a ser um elemento da sociedade quando passamos do estágio selvagem para o civilizado. Pense no ladrão que rouba seu dinheiro. Individualmente para ele é o meio mais rápido e simples de se conseguir dinheiro. Agora pense no impacto dessa ação na vítima. É o mesmo se fosse a vítima que tivesse assaltado o ladrão. É muito ladrão assaltando ladrão…
As regras são os alicerces da humanidade desde quando o bem comum se tornou o objetivo. Individualismo não combina com as regras. Consciência sim. Existem regras inúteis sim, mas só passam a ser inúteis quando entendemos o porquê delas existirem. Questione as regras. Não obedeça-as apenas por obedecer… obedeça-as por compreender que respeitar o próximo é se dar o direito de ser respeitado. Até a próxima.
Eleições a caminho, atente-se ao que vem por aí!
Postado em Sociedade com as tags Eleição, Político em março 14, 2010 por jooycee Depois de algumas ausências, volto a postar. Estamos em ano de eleição e
a todo o momento nos deparamos com pequenos fragmentos de ações, que tem o intuito de nos indicar um ‘bom’ candidato, ou que o prefeito, governador, presidente… de tal partido fez e faz muito pelo pais e por isso devemos apoiar seus colegas de partido.
Parecem pequenas mensagens de indução, coisas subliminares, mas que se não nos atentarmos bem podem acabar influenciando erroneamente a nossa opinião sobre quem nos governa.
Não estou aqui para criticar este ou aquele político, apenas para alertar que: Todos tem quatro anos para agir em beneficio dos que os elegeram, para arrumar a cidade, cuidar dos hospitais, limpar as ruas… Coisas que já sabemos muito bem. Porém quando é ano de eleição a prestação de serviços a comunidade parece multiplicar de tamanho. Vemos garis varrendo ruas que sempre estão sujas, córregos sendo limpos, hospitais recebendo visitas de pessoas do poder… Somos bombardeados por todos os lados e de todas as formas para acreditarmos que quem esta no poder é um bom administrador.
Não se deixe enganar por um belo discurso ou por pequenas ações. Investigue o passado dos candidatos, vá atrás de conhecer bem suas propostas, sua conduta. Vote com consciência, você é apenas um em meio a milhões de brasileiros, porém é de um em um que fazemos história.
Vício x Preconceito. Uma oportunidade pode ser a luz.
Postado em Sociedade com as tags Drogas, Sociedade em março 12, 2010 por |Remount|
Quantas ações você já teve tomando como base outras pessoas? Uma personalidade se forma e se conforma de acordo com as personalidades que a cercam. De certa forma é assim que tomamos base do que é certo e o que não é, o que é personalizável e o que não é, pois, nos tempos de formação, aquilo que é, é aquilo que vemos.
Tendo esse ponto de vista, claro que podem haver outros, pensemos nos adolescentes que começam a usar drogas e conciliemos a esta a questão do preconceito. Assunto muito discutido esse das drogas, mas muito pobre em recursos resolutivos. Até existem alguns poucos, como os centros de recuperação por exemplo, mas não estão dando conta do recado. As estatísticas mostram: os jovens entram no mundo das drogas cada vez mais cedo. Mas por quê?
O ser humano é mais que um ser sociável, é um ser que precisa se associar e isto o é desde o início da civilização. O período da adolescência, e até mesmo durante a pré-adolescência, é um período onde o jovem precisa de uma personalidade e, portanto, começa a moldá-la. Muito afirmado é que este molde tem como base principal sua criação. Opinativo. Não vejo algo principal nessa moldação, vejo apenas um aglomerado de tendências genéticas, de admirações (por parte do jovem para com outros), de desejos, principalmente pelo o que é novo, e finalmente o desejo de associar-se cada vez mais. Chamemos este último de carência. Demos entrada ao mundo dos jovens.
A necessidade de associar-se alimenta uma carência que, em
alguns casos, alcança proporções imensas. É onde, de fato, mais interfere a criação. A criação não é o ponto de vista que leva um jovem ás drogas, pois, todos os pais querem o melhor para o seu filho, pelo menos a incontestável maioria. Concordo que neste ponto o apoio dos pais pode transformar tudo, mas nem sempre impede o caminho às drogas. Quando as drogas ainda não haviam se popularizado jogava-se bola porque seus amigos jogavam bola. Aprendia-se a tocar um instrumento por admirar alguém tocando. Não é questão de ser influenciável, mas sim de ser associado, ter amigos.
Assistindo reportagens sobre as drogas, muitos adolescentes transpareceram essa carência. “Comecei a usar drogas para não ficar de fora da minha turma”. Eis um caminho para as drogas, talvez não o único, mas para mim o mais vasto. Notável que o mal e o errado tomaram proporções grandes e despertam interesse. É algo novo que a maioria dos pais não apresentam por motivos óbvios, e nem deveriam. “Se meu amigo faz e eu não fizer, sou automaticamente desassociado”. Claro que não são todos os jovens assim, mas existem muitos assim. Falta base, falta educação que deveria vir do governo para nossos jovens. Mostrado de fato os riscos das drogas e apresentadas alternativas saudáveis a ela entraríamos no tópico anteriormente citado: “ As coisas são como vemos”. Mas este tópico toma proporções mais maduras na adolescência. Tornamos a imaginação uma ferramenta para novas realidades, mas, todos sabemos que se pularmos em um vulcão morremos. Por mais que imaginemos temos consciência disso. Isso é notável assim como deveriam ser as consequências das drogas.
Vimos que entrar nesse mundo não é difícil, digo até que é algo que esta acoplado em algumas de nossas necessidades. Sair dele é realmente difícil. O vício é uma deficiência do ser humano, mas pode ser tratada. Há solução! Falta incentivo… Quem entra no mundo das drogas passa a ser ladrão, bandido e desumano. Chamo essa falta de incentivo de preconceito. Maldito seja o preconceito, raiz dos problemas mais repugnantes. Vejo no preconceito uma barreira maior que no vício. O vício se trata como uma doença. O preconceito é um câncer que corroerá a sociedade inteira até que não exista mais.
“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que diz respeito ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta.”
Albert Einstein
O ser humano é recuperável. Para isso, basta evoluir. Acredito na correção dos erros das pessoas assim como acredito nas chances que tenho para reparar os meus. Até a próxima.
O sistema de ensino é alienador
Postado em Educação com as tags ensino, Escola em março 10, 2010 por |Remount|
Hoje reformei um conceito e quero compartilhá-lo. Assistindo a TV Univesp (canal exibido com sinal digital, 2-2) me deparei com um assunto muito polêmico, mas com uma observação que jamais havia tido.
Desde sempre, não só eu mas a maioria, tenho o ponto de vista que a educação é a base de um bom futuro, não só para a criança, mas para o mundo. E isso gera uma visão que o ensino deve ser uma oportunidade universal. De certa forma, até é. Mas esse é o problema, o ensino é para todos. Essa é a observação que me deixou a filosofar.
“Com franqueza, estava arrependido de ter vindo. Agora que ficava preso, ardia por andar lá fora, e recapitulava o campo e o morro, pensava nos outros meninos vadios, o Chico Telha, o Américo, o Carlos das Escadinhas, a fina flor do bairro e do gênero humano. Para cúmulo de desespero, vi através das vidraças da escola, no claro azul do céu, por cima do morro do Livramento, um papagaio de papel, alto e largo, preso de uma corda imensa, que bojava no ar, uma coisa soberba. E eu na
escola, sentado, pernas unidas, com o livro de leitura e a gramática nos joelhos.”
Machado de Assis. Conto de Escola.
Analisando bem o trecho exibido na reportagem entendi o problema. As pessoas por natureza são dinâmicas, as escolas limitam isso, eis um dos motivos das bagunças e indisciplina dos alunos. Não é um problema apenas dos professores, talvez de nenhuma forma o seja, mas sim do governo que repreende a autonomia do professor e, portanto, também limita sua natureza dinâmica. Eu e meus amigos sempre fomos muito hiperativos. Nas poucas dinâmicas de grupo, eu conseguia me interagir com o conteúdo proposto, e em todas elas desenvolvi uma opinião mais madura sobre o assunto. Eu ficava satisfeito com a aula, ganhava de fato o dia. E outro fato que vale ressaltar é que a igualdade de direitos é garantida na constituição como Isonomia. Entretanto, a isonomia não é a igualdade pura, mas sim Igualdade para os iguais e desigualdades para os desiguais afim de todos terem os mesmos direitos. Para alguns possuírem certos direitos, é necessário fazer certas discriminações. Nem todas crianças têm as mesmas necessidades intelectuais.
A forma de como o ensino é hoje tem caráter alienador, onde o aluno não tem espaço para formar uma opinião e, portanto, desenvolver seu mecanismo de raciocínio. Propomos mais dinamismo nas aulas e mais autonomia aos professores. Quando fazemos com liberdade e consciência uma coisa, essa coisa sai próxima da perfeição, o que nos dias de hoje, é mais que perfeito. Devemos criar pensadores e não personalidades com conteúdos fixos para futuramente sermos o que a burguesia quer que sejamos, mão-de-obra barata.
Inves de estimularmos os alunos, estamos retendo seu cérebro cada vez mais. Nenhum conhecimento é válido se não há espaço para desenvolvelo. Conhecimento adquirido desta forma é como respirarmos todos os dias e não sabermos o que e porquê estamos respirando, ou seja, mercê do acaso.
Reflitam sobre o assunto e comentem. Até a próxima.
Aumento do trigo…. Humm… necessário?
Postado em E.U.A com as tags pão, Trigo em março 9, 2010 por |Remount|
A criação que temos quando crianças é refletida no planeta quando adultos: “ Se você não fizer a lição de casa, vai ficar sem a televisão!!!”
Os E.U.A se acham donos do mundo… bem, enquanto mantivermos esse tipo de visão, de fato serão. Até os “pãezinhos” são objetos de poder… Lamentável é a palavra correta.. Até os animais já estão revoltados!!!!
Só rindo pra não chorar… :